Este evento foi realizado em agosto de 2014 e visava principalmente demonstrar as possibilidades da fotografia como meio de esclarecimento e conscientização sobre a importância da manutenção do patrimônio histórico edificado, basicamente falamos na possibilidade de registro fotográfico como denúncia as violações dos prédios históricos da cidade do Rio Grande ocasionadas pelo desconhecimento da importância em preservar os prédios mais que centenários da Cidade Noiva do Mar....foram registradas visualmente no evento as violações, depredações e descaracterizações desses prédios e principalmente abordamos que esses abusos são causados pela falta de conscientização e de uma de fiscalização efetiva dos gestores públicos a fim de e evitar a desagregação do valor patrimonial local.
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segunda-feira, 9 de março de 2015
O que é o projeto "Visões do Rio Grande":
Nome do autor: Jefferson José Alves Dutra
Titulação: Bacharel em História pela Furg
Palavras chave:
— Ciclos econômicos
— estilos arquitetônicos
— fotografia
Linha de pesquisa em história da arquitetura.
Resumo:
O presente
trabalho foi realizado como requisito para conclusão do curso de história
bacharelado que teve sua defesa nos finais de 2011 e que tinha como objetivo
mapear os prédios históricos da cidade do Rio Grande, principalmente os de
estilo eclético, através de um trabalho fotográfico que durou aproximadamente
três anos e que teve como abrangência geográfica o centro histórico da cidade
acima citada. Paralelamente ao trabalho de campo foi realizado um trabalho de
pesquisa histórica em fontes primárias (jornais, revistas e fotos antigas) e em
fonte bibliográfica buscando autores nacionais e internacionais com o objetivo
de compreender as nuances e especificidades no país e no mundo em que se
originaram as arquiteturas estudadas e fotografadas. O objetivo primordial com
a pesquisa bibliografia era tentar contextualizar o surgimento dessas
arquiteturas no cenário econômico, cultural e social onde cada arquitetura surgiu
principalmente na cidade Noiva do Mar.
Tivemos da
mesma forma a colaboração do arquiteto Oscar Décio Carneiro que nos deu
valiosas informações e mais que oportunos comentários sobre o nosso trabalho
dentro dos aspectos da arquitetura histórica do centro histórico municipal.
Ficou muito claro desde o início desta garimpagem de informações bibliográficas
que no município do Rio Grande e também em nosso Estado, foi a influencia da
imigração europeia a muito responsável pelas edificações construídas
principalmente nos finais do século XIX e início do século XX principalmente
nos estilos Neoclássico e Eclético, desta forma estes como os outros estilos
ficaram totalmente contextualizados dentro de sua perspectiva histórica e
comprovadamente não sendo resultado de uma atitude esporádica de
construcionismo e sim como inserção no cenário histórico local.
Introdução:
Este
trabalho teve sua gênese na leitura da obra de Nestor Goulart dos Reis filho –
Quadro da Arquitetura no Brasil, que é um dos precursores do estudo da
arquitetura no Brasil, tendo seu trabalho desenvolvido principalmente em São
Paulo, mas que em moldes gerais tinha uma arquitetura muito semelhante a
arquitetura desenvolvida no Rio Grande do Sul. Basicamente procuramos com o
trabalho demonstrar através da pesquisa histórica de vários autores em obras
publicadas e em jornais e revistas, também como em fotografias antigas e em
fotos atuais que este autor realizou que é na valorização do patrimônio
histórico edificado que residem as perspectivas futuras para um crescimento
turístico, artístico, cultural e econômico em nossa cidade. A fotografia neste
contexto foi deveras importante num sentido de materializar e documentar
registros visuais de nossa arquitetura histórica local e de criar uma base de
dados realista sobre as atuais condições do nosso patrimônio edificado.
Procuramos de maneira sistemática levantar a história do surgimento dos estilos
nos quatro níveis encontrados: mundial, nacional, estadual e no município que
era o foco central do desenvolvimento deste trabalho visto que era propósito
primordial, levantar os prédios ainda existentes, observar suas condições e
contextualizá-los em sua história com o fim de saber sobre sua real importância
para historia urbana do Rio Grande e a separação social neles percebida em um
contexto em que a burguesia tentava ressaltar sua relevância no cenário
mundial. O trabalho de campo teve a duração de três anos e se desenvolveu
basicamente durante o desenvolvimento do curso de graduação. Embora de maneira
descontinuada este trabalho circunscreveu um universo médio de 300 prédios que
foram considerados mais significativos para os resultados a que esperávamos
chegar.
Materiais e métodos:
Os
materiais utilizados para pesquisa foram realizados junto a bibliotecas locais
como a da Fundação Universidade do Rio Grande, Biblioteca Rio-grandense e
Biblioteca da Escola de Belas Artes, basicamente foi feito pesquisa em fontes
bibliográficas nesses locais e em jornais na Biblioteca Rio-grandense e no
Centro de Documentação Histórica da Furg onde colhemos pesquisas anteriores
sobre o tema, jornais, revistas e fotos, principalmente as fotos da biblioteca Rio-grandense.
Também foi utilizado material fotográfico de sites como o Papareia, Rio Grande
em Fotos e do acervo pessoal de amigos e colegas da Furg, além de professores
que agora não é possível listar todos sob o risco de algum esquecermos.
Para o
trabalho de campo fotográfico usamos máquina e uma planilha para registrar o
tipo de casa fotografado, a localização e a data de construção quando esta
existia no frontão das fachadas, além do estado geral destas construções.
Resultados e discussões:
Com este
trabalho foi possível a nós perceber algumas questões importantes: a primeira
delas foi a carência de fontes bibliográficas locais e a pouca quantidade de
fontes no país e o Estado do Rio Grande do Sul, a que se destacar no aspecto regional
a obra de Gunter Weimer que por sua especialidade no assunto em muito
contribuiu para o desenvolvimento de um trabalho que parecia bastante complexo
no seu contexto original, mas que acabou se desdobrando de maneira satisfatória
ao seu final. A solução para este problema foi em parte recorrer aos trabalhos
publicados na internet, principalmente no Google Acadêmico que é uma fonte
segura de pesquisa para trabalhos de graduação visto que os temas lá contidos
são publicados em instituições de ensino superior e assinados por seus autores.
Pela
pesquisa histórica feita nos livros, jornais, revistas, internet, fotos antigas
podemos levar a efeito a percepção de que as arquiteturas desenvolvidas na
Cidade do Rio Grande são, antes de mais nada, o resultado de uma conjuntura
histórica em que estão envolvidos, ou seja, em cada momento histórico estão
envolvidos, principalmente no desenrolar do século XIX e XX.
Essas
arquiteturas estão intimamente relacionadas com os contextos econômicos,
sociais e culturais de suas épocas e apresentamos provas disso, quando, por
exemplo, relacionamos o crescimento da arquitetura eclética com o surgimento da
industrialização dispersa em Rio Grande e na Cidade de São Paulo no fim do
século XIX. Em Rio Grande esse ciclo industrial fica bem marcado com o
surgimento da empresa Rheingantz.
Outro
importante achado nesta pesquisa foi o uso e utilidade da fotografia, fazendo
registro das imagens em arquivo para em uma etapa posterior avaliar os estilos
e as condições gerais dos prédios analisados.
Pelo
número de estruturas registradas e analisadas no trabalho de campo pudemos
perceber a enorme potencialidade turística que pode ser explorada no centro
histórico da Cidade do Rio Grande, mas que infelizmente está sendo subestimado
ou mesmo negligenciado por interesses escusos ou especulação imobiliária que
visa por fim a essas estruturas mais que centenárias. Talvez e nesse talvez agirmos
de maneira especulativa, a nossa tradição portuária não nos de condições de
perceber o potencial valor turístico das estruturas edificadas.
Conclusões:
Toda
arquitetura é resultado de seu tempo e das influências a que está submetida,
podemos observar através da pesquisa histórica que na Cidade do Rio Grande
nossos ciclos econômicos em muito contribuíram para materialização dessas
arquiteturas pelo acumulo de capital gerado pela industrialização, e sob o
ponto de vista cultural europeu no que se refere a concepção desses projetos.
Fica mais do que provado que precisamos fazer um questionamento sobre a atual
situação dos prédios históricos locais e perceber que é na valorização dessas
estruturas que potencializaremos mais um mercado para geração de recursos: o
turismo local.
Social e
culturalmente precisamos valorizar estas estruturas no sentido de dar uma
identidade e uma referencia ao nosso povo objetivando com isso termos um padrão
de referência para sabermos o quanto estamos evoluídos ou em quanto precisamos
ainda evoluir em relação as gerações passadas.
Do ponto
de vista técnico podemos afirmar que a maioria das construções fotografadas é
em seu estado razoável, embora algumas muito descaracterizadas em alguns
elementos de época, o que na verdade ainda falta na cidade é uma consciência
coletiva no sentido de preservar o total do patrimônio histórico edificado.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS:
ALVES, Francisco
das Neves. A Imprensa na Cidade do Rio
Grande (Um Catálogo Histórico).
Rio Grande: Fundação Universidade do Rio Grande, 2005.
BERTUSSI, Paulo
Iroquez e WEIMER, Günter. Arquitetura no
Rio Grande. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1983.
BITTENCOURT,
Ézio da Rocha. Da Rua ao Teatro – os
prazeres de uma cidade/sociabilidades
e cultura no Brasil meridional. Rio Grande: Editora da Furg, 2005.
BIBLOS. Revista
do Departamento de Biblioteconomia e História – volume 20. Rio Grande: Editora
da Furg, 2006.
BURDEM, Ernest. Dicionário Ilustrado de Arquitetura.
Tradução de Alexandre Ferreira da silva. Porto Alegre: Editora Bookman, 2006.
CARVALHO,
Benjamin de A. Arquitetura no Tempo e no Espaço. Rio de Janeiro: Livraria
Freitas Bastos, 1968.
CZAJKOWSKI,
Jorge. Guia da Arquitetura Eclética no
Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Centro de Arquitetura e Urbanismo, 2000.
DIÁRIO DO RIO
GRANDE. Rio Grande, n. 13426, 09 de janeiro de 1898.
ENSSLIN, Lidiane
Correia. Ecletismo Arquitetônico em
Jaguarão, Um estudo. Porto Alegre: Programa de Pós Graduação em Arquitetura
(Propar), dezembro de 2005.
FILHO, Nestor
Goulart dos Reis. Quadro da Arquitetura
no Brasil. São Paulo, 2011.
DAS NEVES,
Francisco Alves e TORRES, Luiz Henrique.
Visões do Rio Grande. Rio Grande: Furg, 1995.
HEINZ, Wagner
Philip Portella. A presença dos
imigrantes alemães e sua contribuição para
a economia e a cultura na cidade do Rio Grande (1824/1950). Pelotas:
Editora Universitária/Ufpel, 2010.
JUNIOR, João
Ribeiro. O que é positivismo. São
Paulo: Editora Brasiliense, 1985.
MAESTRI, Mário. O Escravo no Rio Grande do Sul, trabalho,
resistência e sociedade. Porto Alegre: Urfgs Editora, terceira edição,
1993.
MARTINS,
Solismar Fraga. Cidade do Rio Grande
(Industrialização e Urbanidade 1873/1990).
Rio Grande: Editora da Furg, 2006.
NOVAES, Fernando
e SEVCENKO Nicolau. História da vida
privada no Brasil/ volume III.
São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
PAULITSCH, Vivian S.
Rheingantz: Uma vila operária em Rio
Grande. Rio Grande:
Editora da Furg,
2008.
PIMENTEL,
Fortunato. Aspectos gerais do município
do Rio Grande. Porto Alegre: 1944.
PREFEITURA
MUNICIPAL DO RIO GRANDE. Inventário de Bens de Interesse Cultural. Disponível
em: http://www.riogrande.rs.gov.br/pagina/index.php/inventario-de-bens-culturais.
Acesso em 2011.
SHILING,
Voltaire. Culturas em Movimento - A presença alemã no Rio Grande do Sul.
Porto Alegre: Riocell, Timm e Timm Editora, 1992.
THIESEN, Beatriz
Walladão. Fábrica, Identidade e Paisagem
Urbana: Arqueologia da Bopp e Irmãos (1906-1924). Porto Alegre: PUC RS,
fevereiro de 2005.
OUTRAS FONTES DE
PESQUISA:
Entrevista com o
arquiteto Oscar Décio Carneiro em 09 de novembro de 2011, as 15 horas.
domingo, 20 de julho de 2014
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
AVISO AOS LEITORES
Em 2012 publiquei neste blog uma matéria sobre as Oficinas Salesianas em Rio Grande, sugiro a quem interessar que leia a matéria publicada no ano passado para entender como surgiu a escola em nosso município e depois com esse subsidio leia a matéria que publiquei no dia de hoje sobre a ampliação da mesma.
Marcadores:
Notícias
Local:
Rio Grande - RS, Brasil
domingo, 19 de agosto de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
domingo, 30 de outubro de 2011
CASA BALLESTER:
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA: 8 VOLUMES
O site da Unesco no Brasil está disponibilizando gratuitamente os oito tomos da coleção História Geral da África a Historiadores e profissionais da área de educação, como também a todos que se interessam pelo estudo dos aspectos culturais, politicos e religiosos desta região do globo , apoiando com esta iniciativa a nova visão governamental de ensinar história do continente africano nas escolas brasileiras e valorizar a cultura africana entre nós. Uma bela oportunidade de adquirir uma coleção clássica e completa sobre os mais diversos aspectos da cultura do continente negro. Basta acessar o site da unesco e fazer de maneira gratuita o download em: http://www.unesco.org/pt/brasilia, Não deixem de adquirir um excelente material de trabalho e pesquisa, que em muito enriquecerá sua visão acerca dos aspectos do desenvolvimento e cultura das nações africanas, um belo apanhado desde a pré historia até nossos dias..... sexta-feira, 12 de novembro de 2010
PRESÉPIOS NO CENTRO MUNICIPAL DE CULTURA:
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
EXPOSIÇÃO NO CENTRO MUNICIPAL DE CULTURA:
Em recente visita a galeria de artes do Centro Municipal de Cultura Inah Emil Martensen (Marechal Flôriano, 91), conheci as esculturas de Marcelo Ferreira, artista riograndino de grande talento e dotado de um profundo senso social em suas obras. Através da reutilização de materiais diversos que o mesmo coleta e recebe de amigos, Marcelo cria suas obras e manifesta através destas seus anseios e aspirações. Seu trabalho possui uma nítida influência dos devaneios oníricos de Salvador Dali, Vasco Prado e Chico Stockinger e demostra através das obras uma profunda angustia e preocupação com os dramas da existência humana e com as minorias que vivem em situação de constante risco social, a problemática dos desvalidos, fica evidente ao longo da análise que fazemos de todo trabalho exposto. Percebemos sem sombra de dúvidas uma forte contestação ao sistema vigente e as desigualdades advindas desse mesmo sistema. Seu trabalho é resultado de seu tempo, e demonstra claramente a fragmentação social em que vivemos. Suas obras visualmente podem não ser agradáveis para alguns, mas a arte apesar de nem sempre ser facilmente assimilada e digerida é em última análise produto de sua época e do meio circulante onde vivemos. Não deixem de visitar mais essa interessante mostra da criatividade de nossos talentos locais que fica aberta até o dia 20 de agosto.....Parabéns pelo seu trabalho Marcelo. segunda-feira, 9 de agosto de 2010
NOSSA MEMÓRIA AMEAÇADA PELO DESCASO!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
JORNADAS CULTURAIS:
A nota positiva do mês de junho na cidade do Rio Grande foi o evento realizado no dia 9 no Centro de Formação Escola Viva (Antiga Cadeia Municipal, agora restaurada) e promovido pelo Centro de Memória Bunge. Os participantes tiveram a oportunidade de assistir palestras e discussões envolvendo as questões de patrimônio cultural e memória social. Na parte da manhã o tema foi patrimônio e preservação da cultura local com o professor Fabio Vergara e a tarde aconteceu uma mesa redonda sobre questões pertinentes ao patrimônio.DESTAQUE: Chamou a atenção de todos a organização impecável do evento, visto que a inscrição e documentos pertinentes no site, local, credenciamento, coffe break e acreditem...entrega de certificado de participação no final do evento, foram sem sombra de dúvida, todos eles, acima da média. Que sirva a todos o exemplo dado e que os próximos eventos desse tipo na cidade possam seguir a mesma linha e os mesmos critérios,principalmente em relação a entrega dos certificados, pois chama a atenção de forma negativa a demora na entrega dos mesmos em eventos realizados em nossa cidade.
CONCLUSÃO: O que de mais importante ficou no evento foi a necessidade de haver uma maior integração e troca de informações entre as instituições culturais que trabalham na área de patrimônio, a fim de uma maior contribuição no que se refere a conscientização popular quanto ao quesito patrimônio.....Parabéns aos promotores.
domingo, 30 de maio de 2010
Audiência Pública sobre edificações de interesse cultural:
No último dia 28 foi realizada uma audiência pública na Câmara de Vereadores do Rio Grande, objetivando apresentar aos vereadores locais e a população em geral o substitutivo à lei 80/2007, que declara de interesse cultural as edificações que fazem parte do inventário de bens culturais imóveis da nossa cidade. Esta lei tem relacionadas 509 construções declaradas pela prefeitura municipal como de interesse sociocultural e dentro deste interín foram discutidos nesta audiência os aspectos positivos e negativos desta proposta de lei, a mesma por conter adendos polêmicos gerou grande controvérsia junto aos proprietários que estiveram presentes e que demonstraram inconformidade em relação as suas obrigações com os imóveis de sua propriedade. A impressão que ficou para estes é que existe um quadro muito mais punitivo que de suporte para os usuários dessas habitações e que a futura lei trará mais prejuizos do que isenções de impostos que viabilizem o processo de reconstrução e restauro dessas estruturas. Com toda certeza serão necessárias adaptações e discusões junto a comissão de constituição e justiça da câmara. Uma solução bastante proveitosa apresentada por um dos participantes seria a isenção do ISQN (imposto sobre serviços de qualquer natureza) cobrado pela Prefeitura municipal o que estimularia a ocupação e manutenção constante desses imóveis no sentido de evitar uma possível degradação futura. O obstáculo a essa proposta está na voracidade dos impostos cobrados pela administração pública no Brasil, visto que nas três esferas de poder, federal, estadual ou municipal,estes via de regra, não gostam de perder arrecadação, mesmo que esta perda momentânea venha futuramente, a médio e longo prazos, trazer um retorno financeiro interessante para os cofres públicos....preservar é preciso, trabalhar pela manutenção da nossa identidade....uma obrigação!segunda-feira, 3 de maio de 2010
VERNISSAGE FOTOGRÁFICA NO SOBRADO DOS AZULEJOS:
No dia 03/05/2010, Realizamos no Sobrado dos Azulejos a abertura oficial da exposição denominada: "Visões do Rio Grande", que contou com a participação dos colegas da Universidade Federal do Rio Grande, na figura dos acadêmicos do curso de história e da população, o evento ficou marcado pela presença de um bom público e acredito ter realizado plenamente seus objetivos básicos: concientização popular sobre a importância de valorizar o patrimônio histórico e o despertar para consciência em preservar as estruturas visuais de importância para o municipio do Rio Grande. A mostra permanecerá aberta a comunidade e ao público em geral até as 18:00 horas do dia 13 do corrente mês, uma bela oportunidade de conhecer os novos talentos locais e suas abordagens fotográficas sobre nossa cidade...vale a pena visitar.sexta-feira, 30 de abril de 2010
PROJETO VISÕES DO RIO GRANDE:
MOSTRA FOTOGRÁFICA VISÕES DO RIO GRANDE:Convidamos a todos; Alunos, professores e a comunidade em geral a participarem da mostra fotográfica denominada "Projeto Visões do Rio Grande" onde Faremos um apanhado fotográfico abordando questões patrimoniais, antropológicas e ambientais do municipio do Rio Grande.
Componentes: Jefferson Dutra, Susan Machado, Tomás Mendes, Nathaniele Alave e Diogo Tribino.
Abertura do evento: 03 de maio de 2010 às 18:30 horas
Término: 13 de maio de 2010.
Horário de visitação: 2ª a 6ª feira das 14h às 18h.
Local: Sobrado dos Azulejos, Rua Marechal Floriano, 103, Rio Grande RS.
Abertura do evento: 03 de maio de 2010 às 18:30 horas
Término: 13 de maio de 2010.
Horário de visitação: 2ª a 6ª feira das 14h às 18h.
Local: Sobrado dos Azulejos, Rua Marechal Floriano, 103, Rio Grande RS.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
EXPOSIÇÃO "LUGARES DE ESTAR":
Em recente visita ao Centro Municipal de Cultura Inah Emil Martensen, tive a oportunidade de vislumbrar a coleção de fotos intilulada "Lugares de Estar - Casa de Alayde e Oscar Felipe Rheingantz", onde me foi possível ter uma ótima visão sobre como funcionava o modus vivendi no âmbito interno das residências de famílias abastadas de nossa cidade no início do século xx, um momento especial para aqueles que como eu, apreciam o glorioso passado de nossa cidade e fiquei surpreso com os móveis, imagens, louças, brinquedos e utensílios domésticos que eram utilizados nessas habitações. Os detalhes capturados nas imagens nos permitem visualizar um pouco da forma de viver, hábitos e costurmes da família Lopes Rheingatz no período em que viveram na casa, no começo do século xx. Os ambientes, os presentes ganhos e cenários preparados para receber convidados em festas de aniversário, os brinquedos de crianças e objetos de decoração, entre outros elementos, formam um rico conjunto de imagens que nos transportam para perto do dia a dia dessa família e das formas de organizar os lugares de vivência íntima. O CMC promove durante todo ano exposições e eventos que valorizam os talentos e a história local e uma boa pedida é visitá-lo e conhecer nossas potencialidades, está situado a Rua Marechal Flôriano nº 91 e tem sua portas abertas nos dois turnos, manhã e tarde!
Referência: informativo do Centro Municipal de Cultura.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
DESTRUIÇÃO DOS CORREIOS? NEM PENSAR...
sábado, 20 de março de 2010
Projeto que regulamenta profissão de historiador é aprovado na CAS
10/03/2010 - 16h21....A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (10) o PLS 368/09, projeto de lei que regulamenta a profissão de historiador. O autor da proposta é o senador Paulo Paim (PT-RS). O texto foi votado em decisão terminativa.O relator da matéria, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), afirmou durante a votação desta quarta que "esse projeto não impede o desempenho da atividade de historiador por aqueles que o fazem por vontade própria ou vocação; apenas garante para os respectivos cargos públicos a exigência do diploma de historiador".O projeto define que a profissão de historiador poderá ser exercida pelos diplomados em curso superior de graduação, mestrado ou doutorado em história. As atividades desse profissional são, de acordo com o projeto, o magistério; a organização de informações para publicações, exposições e eventos sobre temas históricos; o planejamento, a organização, a implantação e a direção de serviços de pesquisa histórica; o assessoramento para avaliação e seleção de documentos para fins de preservação; e a elaboração de pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre temas históricos.Em seu voto pela aprovação do projeto, Cristovam observa que, atualmente, a atividade do historiador não está mais restrita à sala de aula e que a presença desse profissional é cada vez mais requisitada pelos centros culturais, museus, assessoria e consultorias a empresas de publicidade, turismo e produtores de cinema, jornalismo e televisão. Por esse motivo, o relator se manifesta favoravelmente a que a profissão seja valorizada e reconhecida legalmente....www.caféhistoria.ning.com
VANDALISMO!
Infelizmente, ações de vandalismo como essa ainda são praticadas na nossa cidade, as luminárias que foram incluídas no projeto de restauração do calçadão da rua General Bacelar foram destruídas pela ação de marginais e bandidos que nada tem a ver com o espírito de solidariedade e conservação do nosso patrimônio, atitudes como essa depõen contra a nossa sociedade e devem ser combatidas sem trégua, afinal em última análise é o dinheiro do contribuinte e a nossa imagem que estão sendo jogados no ralo...cabe a denúncia, punição aos infratores e medidas educacionais que venham futuramente coibir e educar nossas crianças contra atos de barbarismo como esse...lamentável atitude!
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