Em recente visita a galeria de artes do Centro Municipal de Cultura Inah Emil Martensen (Marechal Flôriano, 91), conheci as esculturas de Marcelo Ferreira, artista riograndino de grande talento e dotado de um profundo senso social em suas obras. Através da reutilização de materiais diversos que o mesmo coleta e recebe de amigos, Marcelo cria suas obras e manifesta através destas seus anseios e aspirações. Seu trabalho possui uma nítida influência dos devaneios oníricos de Salvador Dali, Vasco Prado e Chico Stockinger e demostra através das obras uma profunda angustia e preocupação com os dramas da existência humana e com as minorias que vivem em situação de constante risco social, a problemática dos desvalidos, fica evidente ao longo da análise que fazemos de todo trabalho exposto. Percebemos sem sombra de dúvidas uma forte contestação ao sistema vigente e as desigualdades advindas desse mesmo sistema. Seu trabalho é resultado de seu tempo, e demonstra claramente a fragmentação social em que vivemos. Suas obras visualmente podem não ser agradáveis para alguns, mas a arte apesar de nem sempre ser facilmente assimilada e digerida é em última análise produto de sua época e do meio circulante onde vivemos. Não deixem de visitar mais essa interessante mostra da criatividade de nossos talentos locais que fica aberta até o dia 20 de agosto.....Parabéns pelo seu trabalho Marcelo. quarta-feira, 11 de agosto de 2010
EXPOSIÇÃO NO CENTRO MUNICIPAL DE CULTURA:
Em recente visita a galeria de artes do Centro Municipal de Cultura Inah Emil Martensen (Marechal Flôriano, 91), conheci as esculturas de Marcelo Ferreira, artista riograndino de grande talento e dotado de um profundo senso social em suas obras. Através da reutilização de materiais diversos que o mesmo coleta e recebe de amigos, Marcelo cria suas obras e manifesta através destas seus anseios e aspirações. Seu trabalho possui uma nítida influência dos devaneios oníricos de Salvador Dali, Vasco Prado e Chico Stockinger e demostra através das obras uma profunda angustia e preocupação com os dramas da existência humana e com as minorias que vivem em situação de constante risco social, a problemática dos desvalidos, fica evidente ao longo da análise que fazemos de todo trabalho exposto. Percebemos sem sombra de dúvidas uma forte contestação ao sistema vigente e as desigualdades advindas desse mesmo sistema. Seu trabalho é resultado de seu tempo, e demonstra claramente a fragmentação social em que vivemos. Suas obras visualmente podem não ser agradáveis para alguns, mas a arte apesar de nem sempre ser facilmente assimilada e digerida é em última análise produto de sua época e do meio circulante onde vivemos. Não deixem de visitar mais essa interessante mostra da criatividade de nossos talentos locais que fica aberta até o dia 20 de agosto.....Parabéns pelo seu trabalho Marcelo. terça-feira, 10 de agosto de 2010
THEO WIEDERSPAHN E A RHEINGANTZ:
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
NOSSA MEMÓRIA AMEAÇADA PELO DESCASO!
HISTÓRIA DA FERROVIA NO BRASIL E EM RIO GRANDE:
No Brasil, a primeira ferrovia foi inaugurada em 1854. Era a Estrada de Ferro Mauá, com apenas 19,9 quilômetros de linha, entre a baía de Guanabara e Raiz da Serra, em direção a Petrópolis. Na cidade do Rio Grande as atividades ferroviárias iniciaram em 1884 e a linha que ligava a cidade ao balneario do Cassino foi inaugurada em 26 de janeiro de 1890. O transporte ferroviário em nossa cidade foi de extrema importância para o desenvolvimento de nossa econômia servindo de elo de ligação com as demais localidades do estado, através do transporte de passageiros e mercadorias que em muito contribuiram para crescimento e desenvolvimento, não só do nosso município, mas de todo o estado do Rio Grande do Sul.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
CASSINO DOS MESTRES:
Fonte: Rheingantz: Uma Vila Operária em Rio Grande de Viviam S. Paulitsh/2008.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Cidade do Rio Grande (industrialização e urbanidade (1873-1990).
Ao ler esta brilhante publicação de Solismar Fraga Martins, me retorna a idéia a obra do professor Fortunato Pimentel que na década de 40 do século passado publicou uma inestimável cartilha sobre os mais variados aspectos da sociedade riograndina, uma publicação valiosa ao trabalho e estudo de historiadores e curiosos sobre nossa comunidade em meados do século xx. O trabalho de Martins tem como característica uma análise do processo industrial em Rio Grande e presta-se como um complemento e atualização ao trabalho pioneiro de Pimentel, visto que o processo industrial teve vários desdobramentos desde os anos 40 e necessitava de uma nova abordagem a fim de identificar as características que o constituiu. Aborda aspectos da industrialização do final do século XIX, construção dos molhes da barra, expansão urbana e construção do super porto numa linguagem clara e de fácil assimilação, mesmo aos leigos que estejam interessados em um estudo deveras interessante. Recomendo esta obra a todos que como eu valorizam nossa cidade e suas potêncialidades e que em tudo envidam esforços no sentido de engrandecer tanto nosso presente como nosso passado glorioso. O futuro está por vir e será reflexo de um passado que em última análise será construído por todos nós, um povo sem passado e sem memória é um povo sem identidade e sem referencial que o leve a perceber se caminhamos em destino a uma evolução ou decadência....Acreditar é preciso, trabalhar mais ainda!
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