A entrada dos imigrantes alemães no Rio Grande do Sul a partir de 25 de julho de 1824 marca um ponto de inflexão na cultura, econômia e sociedade gaúchos. Os imigrantes trazem um novo ânimo a econômia rio-grandense. Sua contribuição na cidade do Rio Grande ficou fortemente marcada no comércio atacadista de importação e exportação. Esse comércio foi responsável pela acumulação de capital primitivo que possibilitaria o surgimento da industrialização em nossa cidade e na fundação de clubes, sociedades filantrópicas e culturais de origem germânica. Muito pouco foi escrito sobre a presença germânica na cidade Noiva do Mar, sobre seus hábitos culturais, trabalho e dificuldades enfrentadas na adaptação a nova terra, assim como sobre sua influência em nossa cultura e as perseguições que os mesmos sofreram a partir da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial em 1942. Muito há que ser feito para que possamos compreender a real importância dos teotônicos em nossa terra dando a estes o valor devido. O livro de Wagner Philip Portella Heinz, carregado de uma abordagem clara e muito simples mesmo aos leigos, tenta resgatar pelo menos em parte, a memória daqueles que com tanto esforço e trabalho contribuiram de maneira marcante com seus saberes, técnica e labor para o crescimento da terra de Silva Paes. Recomendo esta excelente obra a todos.....boa leitura!domingo, 24 de outubro de 2010
INFLUÊNCIA DA IMIGRAÇÃO ALEMÃ EM RIO GRANDE:
A entrada dos imigrantes alemães no Rio Grande do Sul a partir de 25 de julho de 1824 marca um ponto de inflexão na cultura, econômia e sociedade gaúchos. Os imigrantes trazem um novo ânimo a econômia rio-grandense. Sua contribuição na cidade do Rio Grande ficou fortemente marcada no comércio atacadista de importação e exportação. Esse comércio foi responsável pela acumulação de capital primitivo que possibilitaria o surgimento da industrialização em nossa cidade e na fundação de clubes, sociedades filantrópicas e culturais de origem germânica. Muito pouco foi escrito sobre a presença germânica na cidade Noiva do Mar, sobre seus hábitos culturais, trabalho e dificuldades enfrentadas na adaptação a nova terra, assim como sobre sua influência em nossa cultura e as perseguições que os mesmos sofreram a partir da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial em 1942. Muito há que ser feito para que possamos compreender a real importância dos teotônicos em nossa terra dando a estes o valor devido. O livro de Wagner Philip Portella Heinz, carregado de uma abordagem clara e muito simples mesmo aos leigos, tenta resgatar pelo menos em parte, a memória daqueles que com tanto esforço e trabalho contribuiram de maneira marcante com seus saberes, técnica e labor para o crescimento da terra de Silva Paes. Recomendo esta excelente obra a todos.....boa leitura!quinta-feira, 19 de agosto de 2010
VITOR RAMIL - DEIXANDO O PAGO
Um dia serás pó, pó nas areias do tempo, pó que maltrata os olhos de alguém, lembranças esquecidas de um tempo que se foi...uma lágrima rolada na passagem das épocas, num mar de saudade que se transforma, por aquilo que não foi e deveria ter sido. (Jefferson).
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
EXPOSIÇÃO NO CENTRO MUNICIPAL DE CULTURA:
Em recente visita a galeria de artes do Centro Municipal de Cultura Inah Emil Martensen (Marechal Flôriano, 91), conheci as esculturas de Marcelo Ferreira, artista riograndino de grande talento e dotado de um profundo senso social em suas obras. Através da reutilização de materiais diversos que o mesmo coleta e recebe de amigos, Marcelo cria suas obras e manifesta através destas seus anseios e aspirações. Seu trabalho possui uma nítida influência dos devaneios oníricos de Salvador Dali, Vasco Prado e Chico Stockinger e demostra através das obras uma profunda angustia e preocupação com os dramas da existência humana e com as minorias que vivem em situação de constante risco social, a problemática dos desvalidos, fica evidente ao longo da análise que fazemos de todo trabalho exposto. Percebemos sem sombra de dúvidas uma forte contestação ao sistema vigente e as desigualdades advindas desse mesmo sistema. Seu trabalho é resultado de seu tempo, e demonstra claramente a fragmentação social em que vivemos. Suas obras visualmente podem não ser agradáveis para alguns, mas a arte apesar de nem sempre ser facilmente assimilada e digerida é em última análise produto de sua época e do meio circulante onde vivemos. Não deixem de visitar mais essa interessante mostra da criatividade de nossos talentos locais que fica aberta até o dia 20 de agosto.....Parabéns pelo seu trabalho Marcelo. terça-feira, 10 de agosto de 2010
THEO WIEDERSPAHN E A RHEINGANTZ:
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
NOSSA MEMÓRIA AMEAÇADA PELO DESCASO!
HISTÓRIA DA FERROVIA NO BRASIL E EM RIO GRANDE:
No Brasil, a primeira ferrovia foi inaugurada em 1854. Era a Estrada de Ferro Mauá, com apenas 19,9 quilômetros de linha, entre a baía de Guanabara e Raiz da Serra, em direção a Petrópolis. Na cidade do Rio Grande as atividades ferroviárias iniciaram em 1884 e a linha que ligava a cidade ao balneario do Cassino foi inaugurada em 26 de janeiro de 1890. O transporte ferroviário em nossa cidade foi de extrema importância para o desenvolvimento de nossa econômia servindo de elo de ligação com as demais localidades do estado, através do transporte de passageiros e mercadorias que em muito contribuiram para crescimento e desenvolvimento, não só do nosso município, mas de todo o estado do Rio Grande do Sul.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
CASSINO DOS MESTRES:
Fonte: Rheingantz: Uma Vila Operária em Rio Grande de Viviam S. Paulitsh/2008.
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